Céu – Morada dos Anjos
Os esquadrões de guerra do céu haviam sido montados, seu treinamento intensivo começara, sempre regido pelos sete arcanjos, pouco a pouco, os anjos ganhavam o porte que deveriam ter a partir de sua criação, exímios guerreiros, astutos e impiedosos contra seus inimigos profanos, era um exército que se mostrava invejável a qualquer um, trazia orgulho a seus líderes, os sete arcanjos, e a seu pai, o “Bem”.
Tamanho esforço por parte dos anjos lhe foi recompensado, até então não existia muitas coisas moldadas no mundo, além de planetas, estrelas, asteróides e etc. O mundo mesmo agora tendo vida, não possuía abrigos para comportá-la, e o “Bem” decidira dar como recompensa e demonstração de afeto a seus filhos, um lar.
O “Bem” era o governante supremo e absoluto das tropas celestes, mas não possuía um local para chamar de reino, bem como Nechror, diante disso, e da “necessidade” de abrigar os anjos, o Bem criou uma cidade, feita com traços marcantes, as construções eram feitas de material adamantino recoberto por ouro, uma gigantesca construção, com uma grande muralha a seu redor contendo sete portões, sendo que cada um deles ficava a mesma distância do outro, e cada um tinha uma boa proximidade com o quartel de treinamento de cada arcanjo.
Na cidade haviam além das construções de abrigo e de defesa, oito palácios, um central, e sete a sua volta, de menor porte, estes eram feitos de platina, e tinham cada um sua singularidade em termos de construção, mas ainda assim, todos eram no certo magníficos e imponentes, contudo, a mais admirável construção era o castelo central. Com uma altura que desbravava até mesmo os sentidos aguçados dos anjos, a construção feita por completo em cristal trazia um ar único de delicadeza e aparente fragilidade, aliado a imponência de uma estrutura que a olhos humanos não podia ser descrita em meras palavras.
A cidade fica suspensa no espaço, e apear de haver chão sobre a mesma, ela não é preza em um local específico. O lugar é tranquilo na sua visão aparente por fora, mas em seu interior é um local agitado, nada a menos do que era de se esperar do centro de treinamento do exército do céu. Existem casas no lugar, no entanto, as mesmas têm uma função de importância mínima, uma vez que anjos não têm necessidades como comer e dormir, além de outras necessidades humanas, como por exemplo a de respirar.
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