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domingo, 13 de março de 2011

Capítulo O5

Tártaro – O Reino dos Mortos



Havier era o representante máximo da vida e foi dado a ele o título de governante da vida ou regente dos vivos, em outras palavras, o mundo que se presenciava era intitulado “seu”, ele era o regente do mundo e das criaturas. Mas não existia só vida em Zeta, e Nechror já esperava impaciente para que sua lâmina fizesse sua primeira vítima, ceifasse a primeira vida; Mas antes que se anunciasse a primeira batalha, surgira uma nova duvida: depois que Nechror retirasse a vida de alguma criatura, para onde ela iria?Seria simplesmente reduzida a poeira cósmica e cairia no esquecimento?

As respostas vieram com as vontades que no momento estavam “pendentes” do “Bem” e do “Mal”; O “Bem” achava injusto que as vidas simplesmente desaparecessem e o “Mal” queria que Nechror tivesse seu próprio reino para governar, decidiu-se então criar o Tártaro, o reino dos mortos.

            O Tártaro é um semi-plano para onde as almas ceifadas seriam destinadas. O Tártaro recebeu como governante Nechror dando a ele quase onipotência em relação à morte. Porem o único jeito adentrar no mundo dos mortos seria morrendo. Nessas circunstancias o primeiro a ser ceifado pela lamina de Nechror seria ele mesmo; E assim foi feito. Nechror como sacrifício para governar o Tártaro pagou com a própria vida, e foi lançado ao mundo dos mortos, um local assombroso aos olhos da maioria das criaturas, porém para Nechror era o local perfeito, que aumentava incrivelmente seus poderes. Muitos dizem que enquanto Nechror está no Tártaro ele é indestrutível e isso é difícil de ser negado, visto que mesmo a forma do local é dada por Nechror; os mais audaciosos dizem que o Tártaro nada mais é o local mais temido por cada criatura.

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