Arcanjos e Archdemônios – Os Lordes Primogênitos
Com uma guerra anunciada, o “Bem” e o “Mal” sabendo que um combate direto entre ambos resultaria na desintegração de cada molécula viva ou não aliado a necessidade de se impor por ambos, mas sem poder lutar “fisicamente” entre si, decidiram criar sete representantes máximos de sua autoridade, eram então criados os Anjos e os Demônios. Os quatorze primogênitos (sete anjos e sete demônios) eram e são criaturas sem nome e isentos de essência oposta a seus criadores, sendo assim, cem por cento bons ou cem por cento ruins, essas criaturas eram perfeitas ao ver de cada um de seus criadores, os Anjos de aparência divinamente bonita, eram cintilantes como cristal, fortes como a mais imponente das montanhas e ao mesmo tempo delicados como uma pétala de rosa. Sem portar sexo, eram criaturas feitas a imagem de seu pai, divinas. Os demônios por outro lado, deixavam transparecer mais força que beleza, mesmo com suas exceções mais específicas, no geral não eram dos mais agradáveis aos olhos humanos, criaturas horrendas, suas formas originais trazem ao invés de delicadeza traços fortes de queimaduras avançadas, definitivamente feitos para causar medo, esses porém possuíam sexo definido.
Os Arcanjos e Archdemônios, que foram os sete anjos e sete demônios primordiais, eram criaturas absurdamente fortes, mas o principal objetivo para que foram criados foi a função de liderança sobre exércitos, eram os comandantes das tropas do “Bem” e do “Mal”; criaturas imponentes, com poderes que faziam orgulhosos seus criadores, a perfeição em vida, capazes de irem aos confins do universo rumo ao sacrifício por seus pais. Como se não bastasse, os Lordes Primogênitos, imunes aos efeitos de Thamara, só podem ser mortos por armas ou criaturas de semelhante poder ou maior, tal como seus pais.
Os Arcanjos e Archdemônios, que foram os sete anjos e sete demônios primordiais, eram criaturas absurdamente fortes, mas o principal objetivo para que foram criados foi a função de liderança sobre exércitos, eram os comandantes das tropas do “Bem” e do “Mal”; criaturas imponentes, com poderes que faziam orgulhosos seus criadores, a perfeição em vida, capazes de irem aos confins do universo rumo ao sacrifício por seus pais. Como se não bastasse, os Lordes Primogênitos, imunes aos efeitos de Thamara, só podem ser mortos por armas ou criaturas de semelhante poder ou maior, tal como seus pais.
Ainda assim, a “perfeição” tinha limites; o “Bem” e o “Mal” cientes do poder de suas criaturas entraram em comum acordo: decidiram que cada um dos dois só poderia ceder aqueles poderes a sete criaturas cada, a menos que um dos sete fosse destruído, somente assim, seu pai poderia criar outro Arcanjo ou outro Archdemônio dentro de dez anos humanos.
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